quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Chorei pela pessoa de Eduardo Campos, não pelo político

Deve nos restar o sentimento humano de tristeza pela vida que deixa de existir. Mesmo que aos quatro cantos se diga que o Brasil perde um grande politico nos resta chorar pela pessoa que morreu, pelo sofrimento da família e dos amigos.

Não é novidade que nos próximos dias, sobre o político, as preocupações vão se dá menos por Eduardo Campos e mais pela herança que ele deixa enquanto figura pública e das preocupações de quem vai melhor "capitalizar" sua morte prematura.

Tanto adversários, quanto aliados já estão - ainda que não declaradamente - estudando novos cenários no qual a única coisa de Campos que vão utilizar é sua capacidade póstuma de atrair mais votos.

Certamente que, qualquer declaração nesse nível não vai soar agradável pra ninguém e, por isso mesmo, ninguém vai querer assumir esse papel de festejar a morte, ainda que de seu adversário. Esse é um conflito comum no momento de dividir a herança.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Saúde pública da Paraíba vira notícia do Fantástico: Isso é MACAbro

Não podemos deixar de perceber o quão sínicos são alguns gestores públicos. Para garantir a politicagem tradicional mentem descaradamente e, outros, manipulam a verdade. No caso da saúde paraibana não se trata de mentiras ou manipulações mas de uma real perversidade contra as pessoas que precisam de atendimentos de urgência.

As declarações do Secretário de Saúde de que o problema é porque o SAMU não está regulando corretamente atenta contra a vida e contra a própria lógica de um hospital de emergência e urgência.

Imaginem em situações extremas onde tenha acontecido um acidente com um ônibus lotado, carros de passeio e motos num mesmo momento. O hospital deveria estar em condições para receber todos estes pacientes prontamente e com todos os recursos necessários. Mas, a verdade é que nem os hospitais do Estado em nem da prefeitura conseguem fazer isso numa situação extrema. E a prova são as retenções de maca do SAMU e a própria queixa do Secretário sobre a falta de regulação.

Mas os problemas da saúde pública não são apenas esses. Falhas de procedimento, recusa de atendimento, pacientes morrendo sem a devida assistência, erros de diagnóstico e omissão de socorro são algumas das facetas. Sem falar dos hospitais que, em alguns casos acabam servindo como depósitos humanos lembrando até os piores campos de concentração nazista: pessoas a espera da morte certa.

O HOSPITAL DE TRAUMA É UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA E, COMO TAL, NÃO PODE RECUSAR ATENDER QUALQUER PACIENTE QUE O PROCURE. Se eles erram na classificação e, sobretudo, na regulação e na resolutividade, não é justo que as pessoas morram enquanto eles brigam.

Lembrando que, quando os assuntos são emergências de traumatologia, neurologia, otorrinolaringologia e oftalmologia apenas o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena parece ter as especialidades. Quanto as questões clínicas a exemplo de AVCs, hemorragias e hipertenção os pacientes devem ser atendidos ter seus quadros estabilizados e depois, serem encaminhados para rede de referência.

NO FIM, NENHUM PACIENTE PODE TER RECUSA DE ATENDIMENTO NUMA SITUAÇÃO EM QUE ELE PEDE SOCORRO. O CUIDADO COM A VIDA VAI ALÉM DAS REGRAS ESTABELECIDAS PARA FAZER ECONOMIA DE RECURSOS.

sábado, 9 de agosto de 2014

Ricardo deixa o PT com cara de Cartaxo chupando Manga

A visita do candidato a Presidência Eduardo Campos é no mínimo constrangedora para o PT que fez aliança com o PSB para conseguir alavancar o fundador do Bloco Picolé com Manga ao Senado. Os irmãos Cartaxos são obstinados em seu projeto de criar um novo feudo familiar na política paraibana.
 
Mas nem só de picolé com manga vive a política paraibana! Do outro lado também tem situações de fazer qualquer girassol ir dormir mais cedo: Já imaginou quando Dilma der o ar da graça na Paraíba e pedir votos para o PMDB? Esse PMDB que até hoje, mendiga o apoio do PT paraibano para sua campanha.
 
O PSDB segue com sua plumagem alheio a tudo isso e pede votos para Aécio, sem perder a coerência histórica apesar de também ficar constrangido de ter levado ao Palácio da Redenção o Governante mais rejeitado da história recente desse Estado.
 
Mas o que campanha política e marketing não fizer, nem o Crack faz. Por isso, é melhor esperar as cenas dos próximos capítulos.
 
Sem falar da imprensa paraibana que mais parece cabo eleitoral desse que aí estão disputando as tetas durinhas do Estado leiteiro.